sexta-feira, 30 de abril de 2010

F(f) = Ø

Maestria de um pé a pendular por entre as cadeiras dos pensamentos pagãos. Balanceando na medida certa, no compasso exato para derreter o verniz e mostrar as rugas do pilantra.

Enxágua-se, assim se irrita as falsas bochechas rosas de um anjo.
Gralhares comutantes se adentram as orelhas, entupindo todas as rotas para a consciência. Murmúrios cheios de nada.



Soa a corneta.HEIL, HITLER!

O ditador,o maciço, demasiado humano, ao esgaçar a porta, derrota o alvoroço dos cordeiros, os envernizados anjos, demasiado caninos. Agora o cabelo branco urra e faz engolir uma função sem função.

Um comentário: